sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Filhos de Deus



"Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo" (Efésios 6.1 NVI).


Quando criança, nem sempre tínhamos entendimento e maturidade para agir em amorosa obediência a nossos pais. Muitas vezes, brigávamos, discutíamos ou fazíamos pirraça, tudo para que a nossa vontade fosse feita, a despeito da de nossos pais.

Assim também agimos em alguns momentos com Deus, nosso Pai Celestial. Às vezes, ficamos zangados por uma oração (aparentemente) não respondida. Outras vezes, por não recebermos exatamente aquilo que achávamos merecer.

Entretanto, nossos pais, no final, conseguiam a nossa obediência, seja ela amistosa ou não. E algumas vezes, também "aceitamos" a autoridade de Deus.

Uma vez que fomos salvos por Cristo, tornamo-nos filhos de Deus. E como filhos, devemos obedecê-lo em tudo, pois isso é justo e Deus é justo, santo e amoroso. E uma vez salvos, tendo nossa mente renovada para nossa transformação (que é o processo de santificação), devemos lembrar que em algumas coisas (e em alguns momentos) os filhos devem aceitar e obedecer antes de poderem compreender todas as razões. Entender que nossos pais têm (e fazem) o melhor para nós. E se nossos pais, "apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai de vocês, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem!" (Mateus 7.11 NVI).

Com tudo isso quero dizer o seguinte: sejamos em tudo obedientes ao nosso Pai Celestial, mas uma obediência madura, em amor, confiando sempre que Ele também agirá em amor conosco, "porque Deus é amor" (1 João 4.8b NVI).

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